sexta-feira, 24 de junho de 2016

Atenção à poça!
MGOS

Mais uma vez a poça ameaça!
Bem perto daqui, no entroncamento com o final da Estradas do Cafundá, Socca, e Engenho Velho. Ao lado da Praça Valdir Vieira abriu-se mais uma vez! Creio que pela quarta ou quinta agora! Cada dia aumenta um pouquinho, deixando motoristas amedrontados e ameaçados com sua água imunda e claro, fétida! O interessante é que esta localizada ao lado das futuras instalações da Clínica da Família da Taquara, que irá atender ao moradores das adjacências.
Segundo o Prefeito Eduardo Paes, quando da inauguração da pedra fundamental em Março 2016, o prédio deverá estar pronto ainda em Setembro. Sera que teremos de aguardar até aí para ver obras de perfuração de ruas mais uma vez, com interrupção do trânsito, num entroncamento de grande fluxo, como o do local, e que não solucionam esse problema já antigo?





Na verdade,  desde a finalização das obras de canalizações e de remanejamento de fluxo das águas pluviométricas, para atender às regiões Recreio e Pontal, terminadas em março 2014, começou a aparecer essa poça. Agora praticamente uma mini lagoa! Que ameaça de repente, se abrir numa cratera, quando um veículo mais pesado estiver passando...

domingo, 5 de junho de 2016

Cuidado, tombo à vista!
MGOS


Na terça feira (17) de maio levei um baita tombo, para não falar de outro modo!
Foi na Taquara, em plena calçada, na escada que dá acesso da Estr. Rio Grande para a Estr. Rodrigues Caldas, perto do terminal rodoviário do BRT. A escada possui degraus  de larguras irregulares por força da conjuntura local, mas seu último degrau está com o acabamento se soltando, é bem mais alto que o penúltimo, e este, muito estreito, o que pode confundir a pessoa, como foi o meu caso. Não levantei o pé suficientemente e, pimba! Me esparramei na calçada, batendo bem forte com a testa, e esfolando-a, assim como as mãos, que pus à frente do corpo ao tentar evitar o tombo! Caramba, foi uma dor terrível! Fui socorrida por quatro cavalheiros, muito atenciosos, de várias idades, que me ajudaram a levantar, perguntaram se eu estava zonza, se estava vendo bem, se estava escutando-os, etc... 
Me contaram eles que volta e meia alguém se esborracha por lá, tropeçando assim como eu. Por isso, resolvi publicar aqui uma matéria, e também vou entrar no site da Prefeitura pedindo uma fiscalização para verem as condições locais, e tomarem providências, antes que aconteça algo pior! Diariamente passam muitas pessoas por lá, pois é um lugar de acesso para pontos de ônibus, BRTs e Vans.

Fiz até um pequeno vídeo da situação para dar uma ideia de como está o lugar, mas infelizmente ele não não pode ser visto aqui, porque fiz no celular, acho que as tecnologias não combinam, não consegui fazer o uplowad para o Blog. Mas, a minha foto com o curativo feito ainda no HCJ está aqui para todos verem.




Quanto a mim, fui para o Hospital de Clínicas de Jacarepaguá (HCJ), onde fizeram até tomografia, mas, graças ao bom DEUS, nada mais sério, só mesmo os esfolamentos no nariz, nas mãos, joelho direito, uma pequena luxação no polegar direito, e galo na testa! 

Até hoje, três semanas depois, a testa e o polegar estão ainda doloridos!
Foi um grande susto!!!


domingo, 30 de agosto de 2015

A VERDADEIRA LETRA DO HINO NACIONAL


Uma linda e lúcida senhorinha de nome Ana Arcanjo Bernardo Baraçal, cidadã Paulista, que foi enfermeira da Cruz Vermelha em 1932, canta para os brasileiros a letra original, que é da introdução do nosso hino.

Assim, aos 67 anos de idade descubro que cantei o hino sempre faltando a letra da introdução.
E como eu, todos nós!!!Menos a Sra. Ana que aprendeu e cantava de modo correto no colégio!!!

http://sociologiaeciberespaco.blogspot.com.br/2009/09/introducao-do-hino-nacional-brasileiro.html

sábado, 1 de agosto de 2015

DEU BOBEIRA, DANÇOU!
MGOS


    Nesta última sexta(31), meu carro foi rebocado na Taquara. Nem adiantou eu explicar para o motorista do reboque que precisava pegar algumas coisas em seu interior! Ele só disse assim: "pode pegar". Mas como se não desceu o veículo? Eu não tinha como acessar aquela altura toda, e fiquei assim, meio abobalhada, a observar meu carrinho sumir na primeira esquina, levado pelo caminhão da prefeitura. Ah! Ele, o motorista me informou que estava levando para o depósito no Recreio, na Av. das Américas.
     Tudo isto aconteceu por que estacionei em cima da calçada, e apesar de não haver nenhuma placa de proibição de estacionamento, e estar em frente a uma residência, que poderia dar a entender ser de algum morador, o reboque guinchou o veículo. Então, logo depois minha filha se prontificou a me levar até lá, mas chegamos depois das cinco horas e nem entramos. Trânsito horrível, tudo engarrafado, erramos a entrada, tivemos que fazer retorno etc.. 
   Nisso perdemos uns preciosos 15 minutos. Então voltamos para casa, minha filha muito mais decepcionada que eu,  
     Hoje, fui com meu marido até lá, longe, muito longe, fica no Pontal do Recreio, quase subida da Serra da Grota Funda. Apresentei a documentação pedida, e recebi duas guias para pagar no caixa eletrônico, na Internet não pode! Uma com o valor do transporte do reboque, e outra pela diária, uma vez que o veículo teve pernoite. Em frente a tela do caixa, tivemos de descobrir que essas guias se referem a tributos municipais e não estão codificadas pelo Detran, mas como tributos. Seria pedir demais que junto as referidas pudesse ter um papel explicando detalhadamente como é o procedimento para pagar no caixa eletrônico? Imagine uma pessoa da terceira idade, como é o nosso caso, mas sem nenhum conhecimento de como acessar a máquina para fazer pagamentos de tributos? Com todo esse montante, que diariamente chegam aos cofres da Prefeitura, por conta dessas tarifas, seria pedir muito, um pouco de investimento numa informação mais detalhada? Ainda falta muito realmente, para darmos um passo à  frente em termos de informações escritas nesses órgãos públicos brasileiros!

terça-feira, 16 de julho de 2013


Quanto mais pura, melhor!

MGOS


No último domingo de junho (30), na praça Valdir Vieira, em Jacarepaguá, ocorreu o primeiro encontro de criadores da raça Pit Bull. Como sempre, curiosa, resolvi me aproximar do pessoal e com  autorização deles, fazer uma matéria.  Primeiro porque amo cachorros, segundo para saber como é conviver com uma raça, que inclusive, no Município do Rio de Janeiro é proibido criar ou expor em determinados horários!
Para os curiosos como eu, ou para os admiradores do cão, a Renata Bittencourt e o Plínio Arêas, que são os fundadores do primeiro clube Carioca de criadores,  explicam algumas coisas:


Quanto ao comportamento agressivo, o veterinário  Marcelo Ferreira, que tem em sua carteira de clientes, cães desta raça, afirma não ser simplesmente o modo como o animal é tratado pelo dono, mas também pelo fator genético - o maior determinante dessa atitude. Segundo ele, quanto menos pura é a origem do animal, mais chances de ser difícil adestrar. Ao passo que, os da mesma origem dos seus genitores, tem temperamento melhor, são mais obedientes!



Particularmente, nos dias atuais, imaginar a extinção de uma raça de animal doméstico, imposta à Sociedade como condição de resguardá-la fisicamente dos ataques, nos leva a refletir em como somos descuidados, em alguns casos,  por incentivar, e até produzir essas misturas, à semelhança de um  Dr. Jekyll, sem pensar nos possíveis danos genéticos!

segunda-feira, 10 de junho de 2013


Quase um século! 
MGOS

Uma figura simpática e bem disposta chamou a minha atenção dia desses, quando eu passava em frente ao Colégio Municipal Barão da Taquara. O nome dele é Eduardo dos Santos Cunha. Nasceu na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. Intrigada, achei que valia a pena escrever uma matéria sobre ele!
Pois bem, ele veio para o Rio em finais dos anos 50. Morou em Niterói por um tempo,  e desde o início dos anos 60 fixou residência na Cidade de Deus. Pessoa bem falante, contou-me, que nesse tempo existia o bonde que ia até Cascadura, e de lá se pegava o trem para a Central do Brasil, quando precisavam ir à cidade. Os lotações eram escassos, vinham até o tanque e daí se apanhava outro para Cascadura ou Madureira. As ruas poucas com calçamento, paralelepípedos, lógico! Existiam muitos sítios em Jacarepaguá nessa época ainda!  Luz elétrica, era coisa rara! Aliás, o Brasil começou a ficar iluminado de uns 30 anos para cá. Há cinquenta anos atrás não ter luz nem água era normal!

Então, eu fui perguntando sobre a vida dele, e ele respondendo com a maior atenção. Aposentado há muito tempo, diz que deu baixa da carreira burocrática na F.E.B. mas, como não consegue ficar sem fazer nada, então resolveu vender um feijão de cor verde, parecido com o de corda, mas muito mais saboroso! Ele apanha a mercadoria, duas vezes na semana pela manhã bem cedo, e fica em frente ao colégio, onde está abrigado pelas sombras das árvores. Ainda que chova, como acontecia neste dia,  ele está por lá, vendendo o tal feijão até esvaziar o carrinho de mão. Vende em copos de 200 e 300 gramas. É claro que eu comprei para experimentar! Até porque, Quando ele me disse quantos anos tinha, eu fiquei ainda mais curiosa! Segundo suas palavras, ele nasceu no dia 12 de dezembro de 1915, então vai fazer 100 anos em 2015. Não pedi nenhum documento que provasse isto, pois acredito que deva ser verdade! Diz que ainda dirige, e pasmem, sem usar óculos, pois enxerga bem, tanto para longe, quanto para perto! Contou ter sido casado só uma vez, de papel passado. Sua esposa faleceu depois de uma longa união, deixando ele viúvo, com os sete filhos do casal, e mais dez que foram sendo adotados ao longo do tempo! Haja saúde e coragem! Depois de algum tempo viúvo,  ainda morou com outra companheira, mas, atualmente, mora sozinho. Os filhos todos já têm família, estão criados, Graças a DEUS!


Continuei a indagar como era a alimentação dele, e respondeu-me que basicamente de legumes, verduras, feijão e arroz. Não fumou e também não consome álcool! Quase não come carne! Três  vezes por semana come do feijão verde, e três vezes por dia come uma banana d'água, das menores, que são as melhores para a saúde, segundo sua opinião. O feijão, que depois de bem lavado fica branco, pois a cor verde é uma tintura colocada para conservá-lo mais fresquinho, ao que parece, faz milagres, é bom para os ossos e também para a vista, já que, com esta idade toda seu Eduardo nem precisa de óculos não é mesmo? Pelo sim, pelo não vou seguir um pouco dessa dieta. Quem sabe daqui uns vinte anos eu também não possa estar enxergando melhor do que agora e com ossos mais resistentes? Vale a pena tentar!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Sexo frágil cada dia mais ameaçado!

MGOS

Nos últimos dez anos as estatísticas mostram um aumento considerável no porcentual de mulheres assasssinadas no Brasil. Só entre 2000 e 2010 os números somam 43,5 mil mulheres assassinadas, com uma taxa que perfaz agora 4,4% para cada grupo de 100.000. Nesta quinta (5), mais um nome se juntou a essa macabra galeria, o da modelo Babila Teixeira Marcos, 24 anos, morta pelo marido a facadas. O agressor ainda cortou os próprios punhos e pescoço, e por conta disso, foi encaminhado sob escolta policial ao hospital Saboia. O fato ocorreu na Zona Sul de São Paulo.
Parece que a Lei Maria da Penha, ou mesmo a Lei sobre assassinatos, não assustam os agressores, em sua maioria homens, em geral, ex-companheiros, atuais cônjuges, e até mesmo parentes, como irmãos, tios,  progenitores e outros.
Diante desses fatos, o receio de sair à noite, desacompanhada, mesmo que seja para ir ao teatro ou ver um filme, deixa muitas de nós assustadas e ainda mais fragilizadas. Principalmente nos grandes centros urbanos.