quarta-feira, 11 de julho de 2012

Sexo frágil cada dia mais ameaçado!

MGOS

Nos últimos dez anos as estatísticas mostram um aumento considerável no porcentual de mulheres assasssinadas no Brasil. Só entre 2000 e 2010 os números somam 43,5 mil mulheres assassinadas, com uma taxa que perfaz agora 4,4% para cada grupo de 100.000. Nesta quinta (5), mais um nome se juntou a essa macabra galeria, o da modelo Babila Teixeira Marcos, 24 anos, morta pelo marido a facadas. O agressor ainda cortou os próprios punhos e pescoço, e por conta disso, foi encaminhado sob escolta policial ao hospital Saboia. O fato ocorreu na Zona Sul de São Paulo.
Parece que a Lei Maria da Penha, ou mesmo a Lei sobre assassinatos, não assustam os agressores, em sua maioria homens, em geral, ex-companheiros, atuais cônjuges, e até mesmo parentes, como irmãos, tios,  progenitores e outros.
Diante desses fatos, o receio de sair à noite, desacompanhada, mesmo que seja para ir ao teatro ou ver um filme, deixa muitas de nós assustadas e ainda mais fragilizadas. Principalmente nos grandes centros urbanos.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Ano Novo, assunto velho!

MGOS

Todo ano temos a certeza que algumas cidades vão sofrer com as chuvas de verão! Existe uma repetição dos problemas causados pelos temporais. Pessoas desalojadas, algumas soterradas, e a  maioria dos sobreviventes se depara com a necessidade de estar à procura das referências familiares, dos amigos, e de suas vidas  que invariavelmente, têm de recomeçar. A enxurrada leva a presença física, os bens materiais e  documentos, que os tornam  índivíduos anônimos, sem identidade durante um bom período, no qual serão apenas mais um dado estatístico entre os vitimados.

Nesse ano que passou, vimos até algumas ações boas, no que diz respeito à prevenção, e outras nem tanto como os desvios orçamentários, que mais uma vez deram margem para investigações. E de novo assistimos  ao antigo  jogo do empurra-empurra, que  quase nunca  vai dar em lugar algum, a não ser no bolso do contribuinte, ou daquelas pessoas costumeiramente condoídas, diante de mais  outra situação provocada pelo descaso daqueles que deveriam fiscalizar inclusive a ocupação desordenada, mas preferem em vez disso fazer uso das medidas paliativas para esses  momentos de caos.