Quanto mais pura, melhor!
MGOS
No último domingo de junho (30), na praça Valdir Vieira, em Jacarepaguá, ocorreu o primeiro encontro de criadores da raça Pit Bull. Como sempre, curiosa, resolvi me aproximar do pessoal e com autorização deles, fazer uma matéria. Primeiro porque amo cachorros, segundo para saber como é conviver com uma raça, que inclusive, no Município do Rio de Janeiro é proibido criar ou expor em determinados horários!
Para os curiosos como eu, ou para os admiradores do cão, a Renata Bittencourt e o Plínio Arêas, que são os fundadores do primeiro clube Carioca de criadores, explicam algumas coisas:
Quanto ao comportamento agressivo, o veterinário Marcelo Ferreira, que tem em sua carteira de clientes, cães desta raça, afirma não ser simplesmente o modo como o animal é tratado pelo dono, mas também pelo fator genético - o maior determinante dessa atitude. Segundo ele, quanto menos pura é a origem do animal, mais chances de ser difícil adestrar. Ao passo que, os da mesma origem dos seus genitores, tem temperamento melhor, são mais obedientes!
Particularmente, nos dias atuais, imaginar a extinção de uma raça de animal doméstico, imposta à Sociedade como condição de resguardá-la fisicamente dos ataques, nos leva a refletir em como somos descuidados, em alguns casos, por incentivar, e até produzir essas misturas, à semelhança de um Dr. Jekyll, sem pensar nos possíveis danos genéticos!
Particularmente, nos dias atuais, imaginar a extinção de uma raça de animal doméstico, imposta à Sociedade como condição de resguardá-la fisicamente dos ataques, nos leva a refletir em como somos descuidados, em alguns casos, por incentivar, e até produzir essas misturas, à semelhança de um Dr. Jekyll, sem pensar nos possíveis danos genéticos!
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