Todo ano temos a certeza que algumas cidades vão sofrer com as chuvas de verão! Existe uma repetição dos problemas causados pelos temporais. Pessoas desalojadas, algumas soterradas, e a maioria dos sobreviventes se depara com a necessidade de estar à procura das referências familiares, dos amigos, e de suas vidas que invariavelmente, têm de recomeçar. A enxurrada leva a presença física, os bens materiais e documentos, que os tornam índivíduos anônimos, sem identidade durante um bom período, no qual serão apenas mais um dado estatístico entre os vitimados.
Nesse ano que passou, vimos até algumas ações boas, no que diz respeito à prevenção, e outras nem tanto como os desvios orçamentários, que mais uma vez deram margem para investigações. E de novo assistimos ao antigo jogo do empurra-empurra, que quase nunca vai dar em lugar algum, a não ser no bolso do contribuinte, ou daquelas pessoas costumeiramente condoídas, diante de mais outra situação provocada pelo descaso daqueles que deveriam fiscalizar inclusive a ocupação desordenada, mas preferem em vez disso fazer uso das medidas paliativas para esses momentos de caos.
Nesse ano que passou, vimos até algumas ações boas, no que diz respeito à prevenção, e outras nem tanto como os desvios orçamentários, que mais uma vez deram margem para investigações. E de novo assistimos ao antigo jogo do empurra-empurra, que quase nunca vai dar em lugar algum, a não ser no bolso do contribuinte, ou daquelas pessoas costumeiramente condoídas, diante de mais outra situação provocada pelo descaso daqueles que deveriam fiscalizar inclusive a ocupação desordenada, mas preferem em vez disso fazer uso das medidas paliativas para esses momentos de caos.
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