MGOS
Continua o vazamento de óleo no poço de petróleo administrado pela empresa Chevron, na bacia de Campos dos Goitacazes. Atualmente essa bacia concentra o maior número de perfurações de poços. O acidente ocorreu há duas semanas, a 120 quilometros do litoral, e a primeira providência tomada pela empresa, segundo alguns noticiários, foi um desafio a lei da gravidade. Jogar areia na mancha, como forma de amenizar o problema. Lógico que não podia dar resultado satisfatório. E a Chevron nega essa atitude. Mas, por quê não providenciaram logo as embarcações com sugadores, como aconteceu no golfo do México?
Segundo o site de notícias da UOL, o vazamento na sexta (18), já atingia na superfície, a extensão de 18 quilometros e uma área de 11,8 quilometros quadrados. Isto é quase três vezes o tamanho de Copacabana segundo dados de 2003. Para a natureza é mais uma tragédia, onde a fauna e a flora marinha, e nós humanos, por certo colheremos as consequências, daqui a alguns anos.
O acidente aconteceu segundo informações, por conta de erro de cálculo nas medições da pressão dos hidrocarbonetos em uma das jazidas. Isso fêz com que brotasse o óleo por uma das fissuras -próximo ao local onde acontecem as perfurações. O Mininistério do Meio Ambiente, pretende multar a Chevron em até 50 milhões, valor máximo permitido, mas acontece uma discussão com respeito ao montante da multa, considerado defasado. Enquanto se discute a parcela, a mancha só aumenta.
Pode-se dizer que é só mais um acidente ocorrido por falta de atenção, e, embora esse tipo de assunto, já seja bastante comum entre nós, não podemos deixar de nos indignar e expor nosso desapontamento por mais uma ofensa à vida!
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